Você passou por um parto com complicações e suspeita de falha médica?

Atuamos na análise e responsabilização de condutas médicas em casos de parto com indícios de erro técnico ou negligência.

Sou advogado com atuação focada em casos de erro médico em procedimentos obstétricos, com ênfase em situações de parto mal conduzido, lesões neonatais, omissão de socorro e complicações evitáveis:

Advogado especializado em responsabilidade civil médica em partos

Atuação jurídica em casos de falha na assistência obstétrica

Especialista em direito médico com foco em partos com intercorrências

Defesa dos direitos de mães e bebês em casos de conduta médica inadequada no parto

Com toda a documentação em mãos e uma análise minuciosa do especialista, iniciaremos o processo judicial, buscando a reparação adequada.

Se você ou seu bebê sofreram complicações durante o parto e desconfia de erro médico, converse conosco.

TIAGO RETES

Sócio-gestor da área de Direito Médico-Odontológico, Contratos e Digital do GBA Advogados. Possui forte atuação direcionada a médicos, cirurgiões dentistas, clínicas, hospitais, operadoras de plano de saúde e startup’s do ramo da saúde.

– Doutorando em Medicina (UFMG)

– Mestre e Bacharel em Direito (UFMG)

– LL.M (Master of Laws) em Direito Corporativo (IBMEC)

– Diretor Executivo do Instituto de Direito Processual (IDPro)

– Professor da Universidade Estácio (2017/2022), da Faculdade Supremo e da Libriato Educacional

– Membro Consultor da Comissão Nacional de Direito Médico da OAB

– Palestrante em faculdades de Medicina, Direito e Hospitais

– Sócio-fundador do Escritório Gonçalves Boson Arruda

Perguntas Frequentes

É comum que pacientes não tenham certeza imediata sobre a ocorrência de falha médica. O erro pode se caracterizar por condutas omissas, intervenções indevidas ou atrasos injustificados no atendimento. A análise jurídica exige uma avaliação conjunta de prontuários, exames, depoimentos e, se necessário, pareceres técnicos especializados.

Sim, desde que fique demonstrado que houve falha na conduta médica, negligência, imprudência ou imperícia. Nem toda complicação gera responsabilidade, mas se o dano poderia ter sido evitado com uma conduta adequada, é possível buscar reparação judicial.

Dependendo do caso, é possível pleitear indenizações por danos morais, estéticos, materiais (como despesas médicas) e até pensões mensais, quando o erro resulta em sequelas permanentes para a mãe ou o bebê.

O prazo pode variar conforme o tipo de responsabilidade (civil ou consumerista), mas em geral o prazo para ajuizar a ação é de até 5 anos, podendo haver particularidades. Por isso, é importante buscar orientação jurídica o quanto antes, para garantir a preservação de provas e documentos.

Sim. Hospitais públicos, médicos vinculados ao SUS e demais entes estatais também podem ser responsabilizados judicialmente, inclusive com possibilidade de reparação de danos. Nesses casos, o processo segue algumas regras específicas da responsabilidade civil do Estado.

Nem toda intercorrência no parto configura um caso indenizável. Complicações leves, que demandam apenas breve internação ou que não deixam sequelas relevantes para a mãe ou o bebê, dificilmente resultam em decisões favoráveis na Justiça.

As ações com maior viabilidade são aquelas que envolvem complicações graves, com danos permanentes, sofrimento evitável, morte fetal ou materna, ou ainda condutas médicas claramente inadequadas durante o trabalho de parto e o atendimento hospitalar.

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